SINAF PROTEÇÃO FAMÍLIA
Coberturas Principal Cônjuge Filhos Agregados
Morte Acidental 100% 100% - -
Invalidez Permanente Total por Acidente 100% 100% - -
Assistência Emergencial SIM SIM - -
Assistência Funeral SIM SIM SIM* SIM (Opcional)
Renda Mensal (Opcional) 100% - - -
*Somente para filhos até 24 anos (inclusive).

CNPJ nº 44.019.198/0001-20
Proc SUSEP nº 15.414002659/2006-18

SINAF ASSISTÊNCIA SENIOR
Coberturas Principal Cônjuge* Agregados
Morte 100% 50% -
Assistência Funeral SIM SIM SIM
(Opcional)
Assistência Desemprego 3 meses - -
* O Seguro somente terá cobertura de Morte e de Assistência Funeral para Cônjuge se
for contratado o Plano Casal.


CNPJ nº 44.019.198/0001-20
Proc SUSEP nº 15.414002659/2006-18

SOLUÇÕES CORPORATIVAS
Coberturas Definições
Morte Indenização do capital segurado em caso de morte por qualquer causa.
Morte Acidental * Indenização especial para morte por acidente.
Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente Indenização em caso de invalidez permanente total, causada por acidente.
Assistência Funeral Assistência 24h para providenciar e pagar todos os preparativos relativos ao funeral ou cremação.
Despesas Emergenciais Pagamento imediato de um capital para cobrir pequenas despesas emergenciais, em caso de falecimento do principal ou do cônjuge.
*Os capitais de morte e morte acidental não se acumulam.

OBS.: Este texto contém informações resumidas. Os produtos SINAF Seguros obedecem às respectivas Condições Gerais do Seguro, que devem ser lidas previamente à sua contratação.

CNPJ nº 44.019.198/0001-20
Processo SUSEP nº 15414.03414 - 2006-08 / Processo SUSEP nº 15414.03413 - 2006-55




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O ser humano luta e leva anos trabalhando para melhorar sua condição de vida, para comprar a tão sonhada casa própria, adquirir um automóvel, aumentar a renda familiar ou ainda dar um mínimo de conforto para a sua família.

No entanto, tudo o que foi conquistado ao longo da vida, após longos e árduos anos de trabalho, pode ser perdido de uma hora para outra, em virtude da exposição a riscos, em sua maioria irresistíveis, imprevisíveis ou inevitáveis.

Esta ameaça constante de perdas e danos despertou no homem a necessidade de se proteger contra qualquer tipo de perigo, ou seja, de dar um passo adiante e se precaver frente as incertezas e os riscos futuros cada vez mais certos e calamitosos. 

Dessa forma, esse medo gerado pela possibilidade de perda dos bens conquistados e da renda familiar é uma realidade na vida do homem.

Uma coisa é certa: viver envolve riscos!

Desde a idade da pedra – quando o homem temia ser morto ou ferido por uma fera, morrer de frio ou de fome, ou ainda ter sua caverna invadida e destruída pela ação da natureza – até os dias de hoje, somos expostos cada vez mais a riscos ambientais destruidores, novas doenças ainda incuráveis, violência crescente e diversos outros fatores de risco.

Hoje, para se prevenir e se resguardar, o homem começa a se conscientizar da necessidade de se unir, num ato de solidariedade, dividindo os possíveis prejuízos por meio do que denominamos de mutualismo, que é o sistema baseado na entidade mútua, na contribuição de todos para benefício individual de cada um dos contribuintes e que se traduz como um dos princípios básicos e fundamentais da atividade de seguros.

Pelos registros históricos, a primeira forma de solidariedade sob o regime de mutualismo, para a proteção do patrimônio, semelhante à atividade de seguros, surgiu por volta de 2.500 anos antes de Cristo. 

Segundo os historiadores, nessa época os cameleiros de uma região denominada Babilônia, preocupados com as constantes perdas das caravanas assim como das respectivas cargas nas travessias, criaram uma forma solidária de amparar o companheiro prejudicado mediante um acordo, através do qual essas perdas ocorridas com os camelos pelos desertos seriam divididas entre todos.

Hoje a atividade de seguros é muito mais organizada e mais segura, com normas, regras, contratos padronizados e com a fiscalização direta de órgãos do Governo, que dão garantia e segurança para os usuários segurados.

A finalidade do seguro é, portanto, recompor as perdas sofridas pelos segurados em razão da ocorrência de eventos causadores de prejuízos, perdas ou danos, denominados sinistros.

Para a sociedade como um todo, o seguro é de vital importância, pois é por meio do mecanismo do mutualismo que as seguradoras indenizam os segurados quando ocorrem sinistros, permitindo assim que eles recomponham seu patrimônio ou a renda perdida.

No caso de morte ou invalidez do segurado, a função social do seguro fica ainda mais evidente, pois ao indenizar o segurado ou seus beneficiários, a seguradora garante-lhes a manutenção do mesmo padrão de vida que tinham antes da ocorrência do evento que vitimou esse segurado.

Para as classes econômicas menos favorecidas, a contratação de seguros de auxílio funeral e de vida é ainda mais essencial, uma vez que, em muitos casos, quando ocorre a morte do chefe da família os dependentes não têm recursos financeiros para suprir nem mesmo suas necessidades mais básicas, como alimentação, vestuário e moradia.

Assim, os seguros de vida e auxílio funeral, principalmente, devem ser considerados como seguros de contratação obrigatória pelas classes econômicas menos favorecidas, para que os beneficiários do segurado tenham uma vida melhor caso a morte, ou qualquer invalidez desse segurado, o impeça de trabalhar e produzir renda.

Em suma, para o País como um todo, o seguro é de vital importância, pois está diretamente relacionado à geração de inúmeros empregos diretos e indiretos e, ainda, à aplicação de grande parte do valor arrecadado pelas seguradoras nas vendas dos seguros em títulos do Governo Federal, que por sua vez pode, por exemplo, utilizar estes recursos para investimento em infraestrutura, projetos de desenvolvimento social ou atendimento a vítimas de calamidades.

 

José Antonio Menezes Varanda

Coordenador e Professor do Curso de Administração com Linha de Formação em Seguros e Previdência da Escola Superior Nacional de Seguros (ESNS)